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Por falta de vagas, juiz nega pedido do goleiro Bruno para trabalhar na prisão

Com transferência de presídio, outro detento ocupou o lugar do goleiro

Minas Gerais|Do R7

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Penitenciária onde Bruno cumpre pena está superlotada
Penitenciária onde Bruno cumpre pena está superlotada

Por falta de vagas, a Vara de Execuções Penais de Contagem, na Grande BH, negou pedido do ex-goleiro Bruno para voltar a trabalhar na penitenciária Nelson Hungria. A decisão foi divulgada pelo Tribunal de Justiça nesta quarta-feira (13).

Quando o goleiro pediu transferência para o presídio de Francisco Sá, no norte de Minas, outro detento ocupou a vaga de Bruno no serviço de costura de bolas. Com a volta para Contagem, o atleta pediu ao juiz para retomar o posto.


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Na decisão, o juiz Wagner de Oliveira Cavalieri explicou que as vagas são preenchidas a partir de critérios, como a aptidão para o serviço e a ordem de chegada do preso. Portanto, "determinar a colocação do sentenciado, de forma imediata, em vaga de trabalho, implicaria em odioso tratamento privilegiado, o que feriria certamente o direito de outros internos e a própria moralidade pública".


Os advogados do goleiro não atenderam ao contato da reportagem do R7 para comentar o caso.

Bruno foi condenado a 22 anos de prisão pelo sequestro e morte de Eliza Samudio, com quem teve um filho. Ele está detido desde 2010, quando o crime foi descoberto. 

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