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Governo vai investigar acidentes com piloto automático da Tesla

Falhas nos carros da Tesla levaram a 40 acidentes graves desde 2016

Autos Carros|Marcos Camargo Jr. e Marcos Camargo Jr.

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Departamento de segurança do trânsito americano quer entender como funciona o sistema
Departamento de segurança do trânsito americano quer entender como funciona o sistema

A Tesla está enfrentando pressão do governo americano para modificar seu sistema de direção semiautônoma. De acordo com uma investigação do Washington Post, desde 2016 foram registrados 40 acidentes graves que envolveram falhas de software.

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O Departamento de Segurança do Trânsito dos Estados Unidos busca compreender os critérios de funcionamento do sistema Autopilot da Tesla. Em um incidente ocorrido em 2019, um veículo Tesla perdeu o controle em uma via não sinalizada, o que resultou no atropelamento de dois pedestres. Um deles morreu dias após o acidente. O condutor afirmou que o carro assumiu a direção de maneira perigosa por conta própria, desconsiderando os limites da via.

Em um dos acidentes, em 2019, um Tesla perdeu o controle em uma via não sinalizada
Em um dos acidentes, em 2019, um Tesla perdeu o controle em uma via não sinalizada

Outro acidente semelhante ocorreu na Flórida, quando um veículo Tesla colidiu com um caminhão, o que resultou na morte do motorista. Além disso, houve outro incidente em que uma falha no Autopilot levou o veículo a atropelar uma adolescente que estava descendo de um ônibus escolar.


A Tesla reconhece que vias com sinalização inadequada, ausência de placas, faixas intermitentes, buracos ou valetas podem comprometer o funcionamento do piloto automático.

Desde 2016 foram registrados 40 acidentes graves que envolveram falhas de software
Desde 2016 foram registrados 40 acidentes graves que envolveram falhas de software

A Tesla também comunicou ao departamento de trânsito que "é o motorista quem determina a operação aceitável e seu próprio envolvimento na condução do veículo". Agora, a empresa terá de prestar esclarecimentos sobre as falhas e participar ativamente do desenvolvimento de um sistema mais seguro para ser empregado em seus modelos elétricos.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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