Cachorro de rua entrou no condomínio e matou pet de morador: condomínio foi condenado
O condomínio já sabia da presença do animal sem tutor e, mesmo assim, não tomou providências para evitar o risco
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Um cachorro sem tutor, considerado animal de rua, circulava pelo condomínio. A administração tinha conhecimento da situação, mas nenhuma medida efetiva foi adotada. Até que aconteceu o pior: o animal atacou e matou o cachorro de um morador.
O caso foi parar na Justiça, e o condomínio acabou condenado.
O ponto principal não foi simplesmente o fato de um cachorro de rua ter entrado no local. O que pesou foi o conhecimento prévio do problema. Se a administração já sabia que aquele animal circulava pelo condomínio e poderia representar risco, deveria ter adotado providências.
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Isso não significa maltratar, abandonar ou simplesmente retirar o animal de qualquer maneira. Existem formas adequadas de lidar com a situação: acionar os órgãos responsáveis, buscar apoio de proteção animal, impedir o acesso a determinadas áreas e adotar medidas de segurança até que uma solução seja encontrada.
O problema começa quando todo mundo sabe do risco, reclama, comenta no grupo do condomínio, mas ninguém faz nada.
Para o síndico, fica um alerta importante: tomou conhecimento de uma situação que pode colocar moradores ou animais em risco? Registre a ocorrência e procure uma solução. Ignorar o problema pode gerar responsabilidade para o condomínio.
E existe uma diferença enorme entre um fato totalmente imprevisível e uma situação que já vinha acontecendo e era conhecida pela administração.
O condomínio não foi condenado simplesmente porque havia um cachorro sem tutor no local. A condenação ocorreu porque o risco era conhecido e, mesmo assim, não foram tomadas providências para evitar o ataque.
Quando o condomínio conhece o problema e não age, aquela omissão pode acabar custando caro.
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