O que fazer após a renúncia do síndico?
A saída do síndico não paralisa o condomínio, mas exige resposta rápida e organização
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Quando o síndico renuncia, o erro mais comum é achar que o condomínio pode “ir levando” até decidir o que fazer. Não pode. O condomínio precisa ter, desde logo, alguém na condução, porque a rotina não espera: boletos vencem, funcionários seguem trabalhando, contratos continuam em vigor e problemas do dia a dia precisam de decisão imediata.
O primeiro passo é olhar a convenção. Em regra, ela já prevê quem assume interinamente. Normalmente é o subsíndico. Se não houver subsíndico, ou se ele também não puder assumir, a própria convenção pode indicar outro caminho, como um conselheiro ou a convocação urgente de assembleia para definição provisória.
O que não pode acontecer é o condomínio ficar sem representante legal. Síndico não é enfeite. É quem responde pela administração, pela execução das decisões e pela condução das medidas necessárias para manter a vida condominial funcionando sem improviso.
Renúncia não é o fim da gestão. É só o início de uma transição que precisa ser feita com rapidez, respaldo e respeito às regras internas.
E no seu condomínio, já está claro quem assume se o síndico sair hoje?
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