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Quem realmente manda no condomínio? Entenda o papel do conselho

Muitos moradores acreditam que os conselheiros possuem poder para decidir tudo no condomínio, mas a realidade jurídica é bem diferente

Dr. Piterson Gomes|Dr. Piterson GomesOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O conselho do condomínio tem a função de auxiliar, fiscalizar e orientar a administração do síndico, mas não possui poder superior aos proprietários.
  • A assembleia de condôminos é a instância com maior autoridade, responsável por aprovar despesas, obras e alterações de regras.
  • Conselhos podem influenciar a gestão quando há confiança e consulta frequente por parte do síndico, mas devem respeitar os limites legais.
  • Conflitos surgem quando conselheiros tentam impor decisões pessoais, desrespeitando a vontade da assembleia e a legislação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

É comum surgir a dúvida sobre quem realmente tem a palavra final dentro de um condomínio. Alguns moradores enxergam o conselho como uma espécie de “diretoria” com poderes superiores aos demais proprietários. Porém, essa interpretação não está correta.

O conselho possui uma função extremamente importante, mas seu papel principal é auxiliar, fiscalizar e orientar a administração exercida pelo síndico. Os conselheiros não substituem a assembleia e nem podem criar regras ou tomar decisões que dependam da aprovação dos condôminos.


Quem possui a maior autoridade dentro do condomínio é a coletividade reunida em assembleia. É nesse ambiente que são aprovadas despesas, obras, alterações de regras e demais assuntos relevantes para a vida condominial, sempre observando a convenção e a legislação aplicável.

Na prática, entretanto, muitos conselhos acabam exercendo grande influência sobre a gestão. Isso acontece principalmente quando o síndico consulta frequentemente os conselheiros antes de tomar decisões importantes ou quando existe uma relação de confiança muito próxima entre eles.


O problema surge quando alguns conselheiros passam a acreditar que possuem poderes que a lei não lhes concede, tentando impor decisões pessoais ou agir como se fossem superiores à vontade da assembleia.

Um condomínio equilibrado depende da atuação conjunta de síndico, conselho e moradores, cada um respeitando seus limites e responsabilidades. Quando essas funções se confundem, os conflitos costumam aparecer rapidamente.


No fim, a pergunta é simples: o conselho deve orientar e fiscalizar a gestão... ou agir como se fosse o verdadeiro dono do condomínio?

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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