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Energia nuclear no Brasil: por que a Constituição proíbe armas atômicas?

País também é signatário de um acordo internacional de não proliferação de armas nucleares

Heródoto Barbeiro|Heródoto Barbeiro

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Constituição Federal de 1988 proíbe a produção de armas nucleares no Brasil, permitindo o uso de energia nuclear apenas para fins pacíficos.
  • O Brasil é signatário de um acordo internacional de não proliferação de armas nucleares, reforçando a proibição de criação de bombas atômicas.
  • A produção de armas nucleares poderia gerar uma corrida armamentista na América do Sul, com países como Argentina, Paraguai e Venezuela buscando desenvolver suas próprias armas.
  • Essas restrições visam garantir a estabilidade regional e o compromisso do Brasil com a paz e a segurança internacional.

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Em alguns debates, questiona-se se o país pode ter bombas nucleares. Teoricamente, não é possível a produção desse tipo de armamento. De acordo com a Constituição Federal de 1988, só se pode utilizar energia nuclear para fins pacíficos.

O Brasil é signatário de um acordo internacional de não proliferação de armas nucleares, assinado durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Portanto, há duas fortes proibições para que seja possível a criação de uma bomba atômica brasileira.

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Além das proibições institucionais, também havia a questão de ameaças dos países vizinhos; por exemplo, se o Brasil resolvesse fazer uma bomba, a Argentina, o Paraguai e a Venezuela poderiam ter a mesma liberdade de criar as suas. Então, felizmente, é algo que está estabelecido pela Constituição e pelos tratados com os outros países.

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