Marca-passo: mitos e verdades que todo mundo deveria conhecer
Entenda a realidade por trás do uso desse dispositivo e como ele pode melhorar a qualidade de vida
Heródoto Barbeiro|Heródoto Barbeiro
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O marca-passo ainda é cercado de dúvidas e mitos, como a ideia de que o paciente fica dependente do aparelho ou precisa abrir o peito para fazer o implante. O cardiologista Dr. Alexander Dal Forno explica que o procedimento é menos invasivo do que muitos imaginam: o dispositivo fica sob a pele, os eletrodos são posicionados no coração com auxílio de raio X e, normalmente, o paciente recebe alta no dia seguinte. A bateria pode durar de 8 a 15 anos, dependendo do uso.
Segundo o especialista, cerca de 300 mil pessoas têm marca-passo no Brasil e aproximadamente 50 mil recebem o dispositivo todos os anos. Após o período de recuperação, que dura em torno de 30 dias, o paciente pode retomar atividades físicas, trabalho e outras tarefas normalmente.
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O aparelho é indicado principalmente quando há redução dos batimentos cardíacos, que pode provocar tontura, desmaios e cansaço, mas também pode contribuir para melhorar a qualidade de vida em outras situações.
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