Com ‘cobrança por uso’, novos modelos de empresas ameaçam soberania da OpenAI
A OpenAI se reinventa em meio a desafios e novas oportunidades
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O mercado de Inteligência Artificial passa por transformações significativas, com novas dinâmicas entre as principais empresas do setor.
Claude, da Anthropic, e Gemini, do Google, estão conquistando espaço, enquanto a OpenAI enfrenta desafios. Essa mudança reflete uma evolução nas necessidades corporativas e na forma como as empresas utilizam a tecnologia.
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Recentemente, dados da TLDR AI revelaram que Claude teve um aumento de 128% na preferência entre ferramentas de IA utilizadas por empresas. Em contrapartida, o Gemini consolidou sua posição com um crescimento de 48%.
A OpenAI, por outro lado, registrou uma queda de 8% no uso de suas ferramentas no ambiente corporativo. Esses números indicam que as empresas estão se tornando mais exigentes, buscando soluções que ofereçam maior eficiência e integração com seus ecossistemas existentes.
A Anthropic também adaptou seu modelo de negócios, introduzindo a cobrança fracionada para agentes de IA, conhecida como Metered Agent Pricing, similar à cobrança de serviços básicos como energia elétrica ou fornecimento de água.
Essa abordagem permite que as empresas paguem de acordo com o uso real dos agentes, que operam em segundo plano realizando tarefas complexas. Essa mudança é vista como um passo crucial para a adoção mais ampla da IA nas rotinas corporativas.
Em resposta à perda de mercado, a OpenAI lançou uma série de iniciativas. A nova divisão OpenAI Deployment Company visa ajudar grandes empresas a desenvolver suas próprias infraestruturas de IA personalizadas.
Além disso, a OpenAI introduziu uma ferramenta de gestão financeira no ChatGPT, facilitando a organização das finanças pessoais dos usuários.
Para desenvolvedores, a implementação de uma sandbox — criação de um ambiente isolado, como um laboratório — no Windows para o Codex busca mitigar riscos de segurança, permitindo uma utilização mais segura da ferramenta.
Enquanto isso, a ByteDance, proprietária do TikTok, fez um movimento estratégico ao integrar seu modelo de geração de vídeo, Seedance 2.0, diretamente no CapCut.
Essa ação coloca ferramentas avançadas de criação de vídeo nas mãos de milhões de criadores, destacando a importância da acessibilidade na adoção de novas tecnologias.
Em resumo, o cenário da IA está se transformando de uma competição centrada na inteligência dos modelos para uma disputa focada na utilidade, segurança e custo. Essa evolução promete trazer ferramentas mais eficientes e integradas ao cotidiano das empresas e usuários.
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