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Luiz Fara Monteiro

LATAM voará São Paulo-Lisboa com 'Dreamliner' tripulado por brasileiros

Boeing 787  dispõe de tecnologia que reduz em 25%o consumo de combustível e o nível de emissão de CO2. Modelo será utilizado futuramente para Johanesburgo, Paris, Roma e Orlando

Luiz Fara Monteiro|Do R7

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Dreamliner da Latam: voos entre Guarulhos e Lisboa
Dreamliner da Latam: voos entre Guarulhos e Lisboa Sky KoreSCL - Wikimedia Commons

A LATAM Brasil acaba de confirmar que utilizará o Boeing 787-900 - também conhecido como Dreamliner - na operação da rota São Paulo/Guarulhos-Lisboa. A iniciativa é mais uma forte aposta da companhia no mercado internacional europeu e diante da recuperação do setor aéreo. O início da operação da rota com a aeronave mais moderna da companhia, tripulada por brasileiros, está previsto para 2 de junho.

Atualmente, a rota São Paulo–Lisboa é operada seis vezes por semana com o Boeing 767-300ER, que acomoda até 221 passageiros. Com a implementação do 787-900, a oferta de assentos será ampliada para 300 assentos e para sete voos semanais.


“Colocamos o melhor avião da nossa frota widebody para operar uma rota que é fundamental para a LATAM e para os nossos clientes. Hoje, o 787 é a escolha mais eficiente para esse voo transatlântico e a aeronave mais bem avaliada por nossos passageiros", destaca Jerome Cadier, CEO da LATAM Brasil.

O Boeing 787-900 tripulado por pilotos e comissários brasileiros já é realidade nas rotas São Paulo/Guarulhos-Madri e São Paulo/Guarulhos-Nova York. A companhia ainda prevê que o 787-900 opere futuramente voos para outros destinos a partir de São Paulo/Guarulhos, incluindo Roma, Paris, Orlando e Joanesburgo. A estratégia da LATAM é concentrar os voos internacionais de longa distância na família de aeronaves Boeing (767, 777 e 787). Atualmente, 11 aeronaves do Grupo LATAM estão habilitadas para serem operadas por tripulação brasileira.

Além de oferecer um serviço ainda melhor ao passageiro, o Boeing 787 também dispõe de tecnologia avançada, que reduz em 25% o consumo de combustível e o nível de emissão de CO2, além de proporcionar 50% de diminuição no padrão de ruídos sonoros.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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