Calor acelera busca por vacas mais resilientes na pecuária leiteira
Melhoramento genético ainda pode contribuir para aumentar a eficiência produtiva

As altas temperaturas já fazem parte da rotina das fazendas e representam um desafio crescente para a pecuária leiteira.
O estresse térmico afeta o consumo de alimento pelos animais, reduz a produtividade e compromete indicadores reprodutivos e sanitários dos rebanhos.
E é aí que a genética entra como ferramenta de seleção de animais mais adaptados às condições climáticas.
A Zoetis desenvolve soluções e avaliação genômica que ajudam a identificar características ligadas à produtividade, saúde, eficiência alimentar e resiliência ao calor.
Segundo estudos da companhia, animais geneticamente superiores podem produzir, em média, 9,2% mais leite, além de apresentar redução de 18,1% na taxa de reposição dos rebanhos e menor intensidade de emissões de metano e nitrogênio relacionadas à produção.
“A genética tem permitido que o produtor tome decisões cada vez mais assertivas dentro do rebanho, identificando animais com maior potencial produtivo, melhor eficiência alimentar, maior resiliência aos desafios climáticos. Quando olhamos para traços genéticos ligados à saúde, longevidade, fertilidade e sustentabilidade, conseguimos acelerar o melhoramento genético de forma consistente, além de construir rebanhos mais eficientes para a pecuária leiteira do futuro”, disse Henrique Hooper, Coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes da Zoetis Brasil.
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