Do Campo ao Selo: histórias que carregam tradição e identidade
Série apresenta os desafios, as oportunidades e os legados por trás das Indicações Geográficas brasileiras

Meu primeiro contato com o universo das Indicações Geográficas aconteceu quando eu tinha 25 anos.
Sempre gostei de vinhos e costumava observar os rótulos nas gôndolas dos supermercados. A imersão nesse universo se aprofundou quando participei de feiras agroalimentares e conheci as IGs de outros países, como Itália e França.
A Indicação Geográfica não garante apenas a procedência e o saber-fazer de um produto — seja ele um alimento ou um artesanato. Ela carrega um legado, uma história construída ao longo de várias gerações.

A 4ª edição do Connection Terroirs do Brasil, “Feito com alma, a muitas mãos”, organizado pela Rossi & Zorzanello, levou mais de 50 produtos certificados para Gramado (RS).
Foram quatro dias de palestras com renomados especialistas na Arena de Conteúdo e uma verdadeira imersão com produtores de diferentes regiões do país.
A cidade de Gramado estava lotada de turistas. Percebi que muitos se interessavam pelos produtos e paravam nos estandes do Connection para conhecê-los, degustá-los e até levá-los para casa.

A partir de amanhã, aqui na coluna, você confere a série Do Campo ao Selo, que vai mostrar os desafios, as oportunidades e os legados de inúmeros brasileiros que decidiram investir na certificação daquilo que sabem fazer de melhor — tudo com muito amor, dedicação e respeito às tradições.
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