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Alcolumbre e os dez dias sem resposta ao fim da jornada 6x1

PEC aprovada pela Câmara ainda não avançou no Senado, ao contrário de texto apresentado pela oposição

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A proposta de fim da jornada de trabalho 6x1 está parada no Senado há dez dias, sem encaminhamento por Davi Alcolumbre.
  • A Câmara dos Deputados aprovou a redução da carga horária semanal de 44h para 40h, com duas folgas semanais, sem redução salarial.
  • Alcolumbre encaminhou à CCJ uma PEC da oposição para um modelo flexível de trabalho, enquanto a proposta da Câmara está estacionada.
  • Três senadores retiraram apoio à PEC da oposição e apoiaram o fim do 6x1; Alcolumbre busca consenso antes de avançar com a proposta.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alcolumbre optou por conversar com líderes antes de encaminhar fim da jornada 6x1 Carlos Moura/Agência Senado - 02.06.2026

A proposta para o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1 alcançou dez dias sem qualquer encaminhamento dentro do Senado e com recado claro do presidente Davi Alcolumbre (União-AP): a Casa não vai apenas carimbar a PEC (proposta de emenda à Constituição) aprovada pelos deputados.

A versão que passou pela Câmara, em 27 de maio, prevê redução do limite de horas de trabalho semanais (de 44 para 40), a ser implementada 14 meses após a promulgação da PEC, além de direito a duas folgas por semana, sem redução de salário.


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O forte apelo popular da proposta ajudou a dar visibilidade ao fim da escala e se refletiu na votação da Câmara, onde o texto foi aprovado com ampla maioria: 472 votos favoráveis e 22 contrários em uma das análises.

Agora, o governo aposta na mobilização social para pressionar o Senado e tentar concluir a votação ainda no primeiro semestre.


Gesto à oposição

Diferentemente do texto da Câmara, que está estacionado, Alcolumbre encaminhou à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) uma PEC elaborada pela oposição e que propõe um modelo flexível, com o salário sendo definido conforme as horas trabalhadas, em vez de uma contratação formal nos moldes da CLT.

O envio para a comissão foi feito no mesmo dia em que o texto foi protocolado.


Pressão popular

A campanha digital de apoiadores da PEC até aqui pode não ter influenciado o calendário do Senado, mas começou a mostrar os primeiros sinais entre senadores.

Três políticos retiraram assinatura do texto de oposição e anunciaram apoio ao fim da escala 6x1: Cleitinho (Republicanos-MG), Romário (PL-RJ) e Zequinha Marinho (Podemos-TO).


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Marca do Senado

Alcolumbre prometeu acionar líderes de partidos antes de definir os próximos passos da PEC.

A expectativa é de que haja uma reunião na próxima semana. Senadores têm relatado que o texto deve ir para a CCJ e, depois, ao plenário.

Apesar da incerteza da tramitação, conforme antecipou o R7 Planalto, Alcolumbre tem dito a aliados que a proposta terá uma marca do Senado.

Uma das possibilidades aventadas é a de incluir algum ponto relacionado à compensação para empresas.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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