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Alcolumbre não deve receber Messias para conversa a sós, apesar de defesa do governo

Presidente do Senado encontrou AGU em reunião informal; interlocutores negam agenda a sós até sabatina

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A campanha de Jorge Messias ao STF pode acabar sem reunião reservada com Davi Alcolumbre.
  • Alcolumbre não pretende manter encontro a sós, frustrando planos de aliados do governo.
  • A conversa entre Alcolumbre e Messias foi casual e não focou especificamente na indicação.
  • Apesar da neutralidade de Alcolumbre, Messias acredita ter votos suficientes para sua aprovação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Presidente do Senado não deve se encontrar a sós com Messias antes de votação Carlos Moura/Agência Senado - 15.04.2026

A campanha do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF, deve chegar ao fim sem uma conversa reservada com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Segundo apurou o R7 Planalto, o amapaense não prevê uma agenda a sós com o indicado de Lula à corte. A previsão frustra planos de governistas, que defendiam um encontro como uma forma de ampliar o apoio a Messias durante a sabatina e votação no plenário, previstas para esta quarta-feira (29).


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Sem a agenda, o saldo de conversa entre o presidente do Senado e o advogado-geral ficará restrito a um encontro que contou com três ministros do Supremo e outros externos, sem ter sido marcado para tratar especificamente a indicação.

Nomes próximos ao presidente do Senado relatam que a conversa chegou a contar com um pedido de apoio de Messias e que Alcolumbre não respondeu. Disse apenas que seguirá o rito constitucional para indicados à corte.


Congressistas destacam que Alcolumbre tem sido neutro: não aderiu à campanha nem tem atuado para retirar votos de Messias. O resultado frustrou planos de governistas, que consideravam ampliar a margem de apoio ao indicado de Lula se houvesse aval do presidente do Senado.

Apesar do cenário, o entorno de Messias considera ter votos suficientes para aprovar o nome dele ao STF.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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