Ataques contra Lula se repetem, mas caso Lulinha dá novo combustível à oposição
Análise da equipe do presidente é que partidos que fazem oposição ao presidente repetem fórmulas iniciadas em 2018
R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window e Amanda Almeida, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Integrantes da campanha do presidente Lula avaliam que a oposição mantém o mesmo modus operandi usado contra o PT nas eleições de 2018 e 2022, mas reconhecem que os episódios envolvendo Lulinha deram aos adversários combustível contra o presidente. Na avaliação de aliados do petista, à exceção desse caso, Flávio Bolsonaro repete a estratégia de associar Lula a denúncias de corrupção, temas religiosos e pautas de costumes.
O diagnóstico é que a principal novidade em relação às últimas eleições está menos no tipo de ataque do que nas ferramentas usadas para amplificá-lo. Além das redes sociais, a oposição passou a contar com recursos de IA (Inteligência Artificial) para produzir e disseminar conteúdos em larga escala. Conforme mostrou o R7 Planalto, pelo menos um terço das representações protocoladas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) trata, em alguma esfera, do uso da tecnologia. Perfis virais, como os das donas Marias, estão entre as preocupações da campanha do chefe do Executivo.
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Para os aliados de Lula, a repetição aparece em acusações de corrupção associadas a governos anteriores do PT, em tentativas de vincular o presidente a regimes autoritários de esquerda e em conteúdos que exploram religião e costumes.
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