As ressalvas ao plano de reciprocidade do Brasil contra os EUA
Lideranças ligadas a setores e agronegócio temem que equiparação dificulte espaço de negociações do tarifaço
R7 Planalto|Lis Cappi e Edis Henrique Peres, do R7, em Brasília
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Lideranças ligadas a setores empresariais e ao agronegócio temem que o plano do Brasil para implementar a reciprocidade contra os Estados Unidos dificulte o caminho das negociações tarifárias entre os dois países.
A reação parte de nomes do centro político, que também condenam outras ações recentes do governo Lula, como a publicação de artigos em jornais no exterior contra a política tarifária de Donald Trump.
Na avaliação desses representantes, o governo deveria manter a busca por negociações sem acionar a reciprocidade neste momento. Há ainda uma percepção de que a dificuldade para as conversas se dá por um erro de negociações no início do tarifaço.
Leia Mais
Esses nomes consideram que o Brasil poderia conduzido a questão de forma diferente e apresentado mais condicionantes para que a lista de exceções de produtos fosse maior.
Busca de diálogo
No Itamaraty, a interpretação é outra. Representantes do governo consideram que o país buscou o diálogo e que, diante da falta de retorno, a alternativa passou a ser a reciprocidade.
A ala internacional do governo ainda prevê que as conversas serão mantidas ao longo do processo de avaliação das tarifas recíprocas. A análise dos produtos deve durar ao menos três meses e ainda envolve uma seleção por parte do governo, que definirá quais itens terão as mesmas taxas aplicadas como resposta aos Estados Unidos.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp












