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As ressalvas ao plano de reciprocidade do Brasil contra os EUA

Lideranças ligadas a setores e agronegócio temem que equiparação dificulte espaço de negociações do tarifaço

R7 Planalto|Lis Cappi e Edis Henrique Peres, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lideranças do agronegócio temem que o plano de reciprocidade do Brasil contra os EUA dificulte negociações tarifárias.
  • Representantes políticos criticam ações do governo Lula, como artigos contra a política tarifária de Trump.
  • O Itamaraty defende que a reciprocidade é uma resposta à falta de diálogo dos EUA.
  • O governo prevê que a análise de produtos para tarifas recíprocas dure ao menos três meses.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Setores temem reação dos EUA à reciprocidade Ken Cedeno/Reuters - 14.08.2026

Lideranças ligadas a setores empresariais e ao agronegócio temem que o plano do Brasil para implementar a reciprocidade contra os Estados Unidos dificulte o caminho das negociações tarifárias entre os dois países.

A reação parte de nomes do centro político, que também condenam outras ações recentes do governo Lula, como a publicação de artigos em jornais no exterior contra a política tarifária de Donald Trump.


Na avaliação desses representantes, o governo deveria manter a busca por negociações sem acionar a reciprocidade neste momento. Há ainda uma percepção de que a dificuldade para as conversas se dá por um erro de negociações no início do tarifaço.

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Esses nomes consideram que o Brasil poderia conduzido a questão de forma diferente e apresentado mais condicionantes para que a lista de exceções de produtos fosse maior.


Busca de diálogo

No Itamaraty, a interpretação é outra. Representantes do governo consideram que o país buscou o diálogo e que, diante da falta de retorno, a alternativa passou a ser a reciprocidade.

A ala internacional do governo ainda prevê que as conversas serão mantidas ao longo do processo de avaliação das tarifas recíprocas. A análise dos produtos deve durar ao menos três meses e ainda envolve uma seleção por parte do governo, que definirá quais itens terão as mesmas taxas aplicadas como resposta aos Estados Unidos.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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