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Carol de Toni, um dos motivos de briga entre Michelle e Flávio, tem PL que acaba com cotas de mulheres nas eleições

Deputada é nome apoiado por ex-primeira-dama para disputar o Senado em Santa Catarina; parlamentar quase perdeu vaga

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Michelle Bolsonaro destacou dificuldades do PL Mulher em manter candidaturas femininas.
  • Carol de Toni quase perdeu vaga no Senado para Carlos Bolsonaro em acordo político.
  • De Toni propôs projeto de lei para acabar com cotas para mulheres nas eleições.
  • Ela argumenta que poucas mulheres se interessam por atividades político-partidárias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Michelle lutou para manter nome de Carol de Toni em disputa pelo senado em SC Reprodução/Instagram @michellebolsonaro - 24.06.2026; Reprodução/Agência Câmara de Notícias - arquivo; Andressa Anholete/Agência Senado - 26.08.2025

O vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicado ontem, horas antes do jogo do Brasil contra a Escócia, revelou a dificuldade do PL Mulher em manter candidaturas femininas no meio dos acordos políticos da ala masculina do partido. Segundo Michelle, da cota de 30% de vagas para candidatas mulheres, prevista em lei, ela pediu apenas três para o Senado: Carol de Toni, para Santa Catarina, Bia Kicis para o DF e Priscila Costa para o Ceará.

As três, no entanto, foram alvos de ataques dentro do próprio PL. No caso de Carol de Toni, ela quase perdeu a vaga para Carlos Bolsonaro e o acordo que o partido de Valdemar Costa Neto teceu com Esperidião Amin. A solução para apaziguar o racha foi lançar a chapa pura: Carol de Toni e Carlos Bolsonaro concorrendo às duas vagas do Senado pelo estado.


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Carol de Toni quase perdeu uma vaga mesmo com a previsão de cota para candidatas mulheres e ela mesma é autora de um projeto de lei que acaba com o dispositivo. Em proposta apresentada na Câmara, ela chegou a dizer que, desde que a “famigerada cota” foi incluída na legislação, os partidos têm enfrentando uma série de problemas para segui-la.

“Conquanto seja louvável o incentivo à participação feminina na política, é inegável que infelizmente apenas uma parcela muito pequena das mulheres se interessa por atividade político-partidária”, disse Caroline de Toni ao lançar a iniciativa.

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