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Governo estuda como recuperar auxílio pago a falsas vítimas de enchentes

CGU identificou suposta fraude em 7.331 benefícios pagos na tragédia do Rio Grande do Sul em 2024

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CGU identificou suposta fraude em 7.331 benefícios pagos a falsas vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul em 2024.
  • O governo federal planeja endurecer as regras para o Auxílio Reconstrução e criar um grupo de trabalho para elaborar propostas.
  • O objetivo é melhorar os mecanismos de controle e correção de pagamentos em ações emergenciais para recuperar valores irregulares.
  • Apesar das fraudes, menos de 2% da população atendida pelo auxílio foi afetada, segundo a Controladoria-Geral da União.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Diversos municípios do Rio Grande do Sul foram afetados por enchentes no começo de 2024 Bruno Peres/Agência Brasil - 20.06.2024

Após a CGU (Controladoria-Geral da União) identificar suposta fraude em 7.331 benefícios pagos a falsas vítimas na tragédia do Rio Grande do Sul em 2024, o governo federal estuda uma maneira de endurecer as regras que dão direito a verba pública como o Auxílio Reconstrução.

Para isso, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional criou um grupo de trabalho que vai elaborar propostas e regras para que a União recupere o dinheiro repassado.


A medida pretende, segundo a pasta, aprimorar os mecanismos de controle e correção de pagamentos feitos em ações emergenciais. O grupo deve, por exemplo, propor procedimentos, critérios e fluxos operacionais para a devolução de recursos pagos de forma irregular e analisar dados e identificar falhas nos processos atuais. A equipe terá três meses para apresentar um relatório final com as propostas normativas.

Apesar disso, em nota ao R7 Planalto, a pasta destacou que o montante de fraudes representa menos de 2% da população atendida pelo Auxílio Reconstrução.


“Relatório da Controladoria-Geral da União aponta que aproximadamente 7.331 pagamentos foram identificados como potencialmente indevidos no contexto do Auxílio Reconstrução do Rio Grande do Sul. O número corresponde a 1,65% do total de benefícios pagos, o que indica que os controles aplicados foram capazes de mitigar de forma satisfatória o risco de pagamentos indevidos”, defende.

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