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Governo retira urgência da 6x1 e destrava a pauta da Câmara

Planalto bateu martelo e discussão ligada a jornada de trabalho ficará restrita a PEC estacionada no Senado

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo retirou a urgência do projeto que acabaria com a escala de trabalho 6x1, evitando nova votação na Câmara dos Deputados.
  • A discussão sobre a redução da jornada de trabalho agora se concentra na PEC já aprovada pelos deputados e parada no Senado.
  • A decisão pode estar ligada à tentativa de evitar pautas-bomba ou abrir espaço para negociar a PEC no Senado.
  • A votação no Senado depende do presidente Davi Alcolumbre, e o governo ainda aposta em outras pautas que precisam do apoio dele.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Com retirada de urgência, análise da 6x1 no Congresso depende apenas de PEC aprovada pela Câmara Marina Ramos/Camara dos Deputados - 27.05.2026

O governo decidiu retirar a urgência do projeto que enviou ao Congresso e que previa o fim da escala de trabalho no modelo 6x1.

A decisão, desta terça-feira (16), retira a necessidade de que um novo texto seja analisado entre deputados. Relatos ao R7 Planalto indicam que não haverá nova votação ligada a essa pauta na Câmara.


O debate para redução de jornada ainda segue no Congresso, mas agora fica voltado apenas a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que já foi aprovada por deputados e estacionada há mais de 15 dias no Senado.

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A motivação do Planalto não foi detalhada, mas pode mirar dois caminhos: segurar a votação de pautas-bomba, como a renegociação de dívidas de produtores rurais que tem impacto estimado de R$ 110 bilhões por ano, segundo novas estimativas da Fazenda; ou abrir espaço para negociar a PEC que depende dos senadores.


Ao retirar a urgência, a votação do Senado depende apenas de decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sem uma pressão de calendário. O Planalto ainda aposta em outras pautas que também dependem do amapaense, como a PEC da Segurança.

À coluna, líderes de centro confirmaram ter recebido a informação de retirada da urgência e ponderam que a decisão faz com que o governo não precise negociar um novo texto de votação. Apesar do alinhamento para que o projeto seguisse os mesmos moldes da proposta já aprovada, a avaliação é de que sempre há risco de que novos pontos “surpresa” possam ser incluídos em um texto que vai ao plenário.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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