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MPF vai apurar impactos de contingenciamento nas agências reguladoras

Investigação foi aberta após entidades contestarem bloqueio linear de cerca de 18% no orçamento das agências

R7 Planalto|Amanda Almeida, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O MPF instaurou procedimento para acompanhar os impactos do contingenciamento nas agências reguladoras federais.
  • A investigação foi motivada por uma representação de entidades que questionam a legalidade do Decreto nº 12.990/2026.
  • O decreto impôs um bloqueio linear de cerca de 18% no orçamento das agências reguladoras.
  • O objetivo é avaliar os efeitos do corte sobre políticas públicas, direitos dos usuários e a ordem econômica.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Decreto impôs um bloqueio linear de cerca de 18% no orçamento das agências reguladoras Marcelo Camargo/Agência Brasil - 11.11.2020

O MPF (Ministério Público Federal) instaurou procedimento administrativo para acompanhar os impactos do contingenciamento orçamentário imposto às agências reguladoras federais.

A apuração tem como base uma representação apresentada pela União Nacional dos Servidores de Carreira das Agências Reguladoras Federais e pela Associação Brasileira dos Usuários dos Portos, de Transportes e da Logística. As entidades questionam a legalidade do Decreto nº 12.990/2026, que estabeleceu um bloqueio linear de aproximadamente 18% nos limites de empenho e movimentação financeira, afetando o funcionamento das agências reguladoras.


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Na portaria, o MPF afirma que o procedimento tem como objetivo acompanhar os efeitos do contingenciamento sobre políticas públicas, os direitos dos usuários dos serviços regulados e a ordem econômica. O documento também cita a necessidade de uma atuação coordenada em âmbito nacional diante dos potenciais impactos da restrição orçamentária.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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