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O que o Ministério da Saúde quer fazer para eliminar o câncer de colo de útero até 2035

Alexandre Padilha detalhou plano de ação da pasta para eliminar incidência de doença entre os brasileiros

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministério da Saúde tem como meta eliminar o câncer de colo de útero até 2035.
  • O plano inclui vacinação contra HPV, com meta de 90% de cobertura nas escolas.
  • Introdução do teste molecular de DNA-HPV, que reduz o tempo de diagnóstico.
  • Expansão do tratamento de radioterapia, com centros em todos os estados brasileiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um dos pilares para erradicar doença é aumentar cobertura vacinal do HPV Reprodução/Secretaria Municipal da Saúde de SP - arquivo

O Ministério da Saúde tem uma meta ambiciosa para 2035: eliminar a incidência de câncer de colo de útero entre as brasileiras. Para alcançar esse objetivo, segundo o titular da pasta, Alexandre Padilha, o governo federal atua em três frentes: vacinação, exame médico mais preciso e rápido e tratamento de radioterapia.

Em relação à prevenção, o mais importante é garantir que as meninas sejam vacinadas contra o HPV. O objetivo é ultrapassar a marca de 90% de cobertura vacinal, para isso, o Ministério da Saúde realiza, a partir deste sábado (25), campanha de vacinação em 104,9 mil colégios públicos. Além disso, a pasta deve fazer uma busca ativa para as meninas que perderam a imunização até os 14 anos e ampliar a faixa etária para 19 anos, assim reforçando a imunização em quem perdeu a dose no tempo previsto.


O segundo ponto é a expansão do teste molecular de DNA-HPV, tecnologia 100% nacional. “Estamos introduzindo isso no SUS desde o ano passado e queremos até o fim deste ano alcançar todos os municípios com essa nova metodologia que consegue detectar mais rápido [a doença]. O outro exame [preventiva no papanicolau] demora até seis meses para sair o resultado citológico, agora, com a nova tecnologia, o prazo é encurtado para até quinze dias”, explicou.

Identificar a doença no estágio inicial facilita o tratamento das mulheres e a recuperação das pacientes. O que também se relaciona com o terceiro pilar que o ministro quer avançar: expandir o tratamento de radioterapia.


“Pela primeira vez, temos todos os estados com um centro de radioterapia no Brasil. O penúltimo que faltava era o Amapá e entregamos no ano passado”, explicou.

“Além disso, para as regiões que atuam na capacidade máxima, há uma previsão de aumentar em 30% o recurso disponível. Assim, incentivamos que eles atendam o máximo de pacientes”, finalizou.

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