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Os cinco produtos sob maior risco caso os EUA decidam aumentar tarifas ao Brasil

Projeção da CNI aponta que itens da indústria poderão sofrer elevação de tarifas de 10% para 31,6%

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CNI identificou cinco produtos que podem sofrer aumento tarifário dos EUA contra o Brasil.
  • As tarifas de exportação podem subir de 10% para até 37,5%.
  • O ferro-gusa não ligado, importante para a produção de aço, é o mais afetado, impactando produtores de Minas Gerais.
  • Outros produtos em risco incluem açúcar de cana sólido, sebo não comestível, álcool etílico não desnaturado e molduras de madeira.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Exportação de ferro-gusa representou US$ 1,5 bilhão das exportações do Brasil ao EUA em 2024 Reprodução/CBF - Arquivo

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) listou cinco produtos ligados à área que poderão sofrer um salto de cobranças tarifárias caso os Estados Unidos optem por elevar taxas contra o Brasil.

As estimativas apontam itens sob risco de aumento de 10% para 37,5% em tarifas de exportação. Pela alta produção brasileira, o ferro-gusa não ligado indica que vai sofrer o maior risco financeiro.

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O tipo de ferro serve de base para a fabricação de aço e para produção de ferro fundido. Em 2024, ele foi responsáve por US$ 1,5 bilhão das exportações do Brasil aos Estados Unidos. A mudança afeta diretamente a indústria de Minas Gerais.

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A lista de produtos passa ainda por açúcar de cana em forma sólida, sebo não comestível e alcool etílico não desnaturado. Além de molduras de madeira padrão de pinho, que alcança o setor madereiro.

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Todos os produtos são vistos como de matérias-primas para o setor industrial. A projeção da CNI é de que um terço das exportações posam ser impactadas com aumento de tarifas. Negociações estão previstas até 15 de julho.

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