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Os pedidos de Glauber Braga de volta à Câmara

Após cumprir prazo de suspensão de mandato, deputado cobra apuração de uso de cota parlamentar e desdobramento de motim

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Glauber Braga retorna à Câmara dos Deputados após cumprir suspensão de seis meses.
  • Deputado solicita investigação sobre uso de cota parlamentar, envolvendo Sóstentes Cavalcante.
  • Cobra explicações sobre R$ 469 mil encontrados na operação da PF em dezembro.
  • Aciona o STF para investigar a servidora Mariângela Fialek por suposta gestão irregular de emendas parlamentares.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Glauber Braga voltou à Câmara após suspensão do mandato por seis meses Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados - 16.06.2026

O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) voltou à Câmara nesta terça-feira (16) após cumprir seis meses de suspensão de mandato e com uma lista de pedidos para apurar a conduta de outros parlamentares.

Uma das primeiras solicitações apresentadas foi para que a corregedoria da Câmara apure desdobramentos da operação da PF (Polícia Federal) ligado ao uso de cota parlamentar, que teve entre os alvos o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ).


Glauber Braga cobra explicações sobre os R$ 469 mil encontrados com o deputado. A operação ocorreu em dezembro.

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O deputado também promete acionar o ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), para apurar a atuação da servidora Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, e que foi alvo de operação da PF. Glauber diz ter recebido denúncia de que ela segue administrando emendas parlamentares, mesmo com apuração contra ela ligada ao orçamento secreto.


O parlamentar ainda cobrou pelo desfecho de processos ligados a deputados envolvidos em motim na Câmara, que tiveram suspensão temporária de mandato aprovada pelo Conselho de Ética, mas ainda aguardam por recurso na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e no plenário.

Ele citou exemplo de que no caso dele, o processo para apurar agressão a um militante do MBL (Movimento Brasil Livre) seguiu rito e avançou com rapidez, enquanto processos ligados a outros deputados estão parados na CCJ.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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