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Projeto propõe política nacional de segurança escolar com câmeras e botão de pânico

No capítulo que trata das medidas obrigatórias, o texto determina que as instituições deverão adotar, de forma gradual, ações

R7 Planalto|Redação do R7 Planalto

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Deputado federal José Medeiros apresentou projeto para a Política Nacional de Segurança Escolar.
  • A proposta inclui monitoramento por câmeras e instalação de botão de pânico em escolas públicas e privadas.
  • Objetivos incluem prevenir violência escolar e garantir segurança física e psicológica na comunidade educativa.
  • Instituições deverão adotar medidas como controle de acesso e comunicação direta com autoridades policiais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Deputado quer projeto de polícia nas escolas PMES/Divulgação - Arquivo

O deputado federal José Medeiros (PL-MT) apresentou um projeto de lei que institui a Política Nacional de Segurança e Proteção no Ambiente Escolar (PNSPAE), com medidas que vão desde monitoramento por câmeras até a instalação de botão de pânico nas instituições de ensino.

Pela proposta, a política deverá ser implementada em escolas públicas e privadas de todo o país, abrangendo da educação básica ao ensino superior.


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O texto estabelece como finalidade “garantir a integridade física, psicológica e moral de estudantes, professores, servidores, pais e demais integrantes da comunidade escolar”.

Entre os objetivos listados, o projeto prevê “prevenir a violência nas escolas”, “estabelecer protocolos de prevenção e resposta a emergências” e “integrar forças de segurança, educação e assistência social”. Também há menção ao combate ao bullying e ao cyberbullying, além da garantia de atendimento psicológico preventivo.

No capítulo que trata das medidas obrigatórias, o texto determina que as instituições deverão adotar, de forma gradual, ações como “controle de acesso com identificação de visitantes”, “monitoramento por câmeras nas áreas comuns” e “botão de pânico conectado às forças de segurança”. O projeto ainda prevê “sistema de comunicação direta com autoridades policiais” e a “presença de profissional responsável pela segurança escolar”.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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