Demissão de Eduardo Bolsonaro da PF não terá ‘rito atropelado’, dizem fontes
Segundo fontes ouvidas pelo R7 Planalto, processo é lento e pode demorar para ser concluído
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O pedido de demissão do ex-deputado Eduardo Bolsonaro da PF (Polícia Federal) está no Ministério da Justiça e Segurança Pública há 20 dias e não deve ter tramitação “atropelada” na pasta, segundo fontes ouvidas pelo R7 Planalto. Interlocutores do MJSP afirmaram que o processo segue um protocolo, e precisa ser avaliado pela Secretaria-Executiva e pelo setor jurídico.
Depois, o documento é encaminhado para a mesa do ministro. Pessoas a par do funcionamento do pedido argumentam que a burocracia é necessária para que nenhum erro seja cometido, afinal, o pedido se trata do desligamento de alguém que ingressou por meio de concurso público na corporação.
O PAD (Processo Administrativo Disciplinar) contra o ex-parlamentar foi concluído no fim de julho, com o pedido da PF por demissão devido ao abandono do cargo.
Eduardo está morando Morando nos EUA há mais de um ano e foi condenado, pelo STF, a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelos crimes relacionados à coação no curso do processo.
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Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um PAD foi aberto para analisar o caso em fevereiro.
Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo. Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a carteira funcional e sua arma de fogo.
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