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Demissão de Eduardo Bolsonaro da PF não terá ‘rito atropelado’, dizem fontes

Segundo fontes ouvidas pelo R7 Planalto, processo é lento e pode demorar para ser concluído

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O pedido de demissão de Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal está no Ministério da Justiça há 20 dias e segue um protocolo rigoroso.
  • O processo precisa ser avaliado pela Secretaria-Executiva e pelo setor jurídico antes de chegar ao ministro.
  • Eduardo Bolsonaro foi condenado a 4 anos e 2 meses de prisão pelo STF e não retornou ao cargo de escrivão da PF no Rio de Janeiro.
  • Um Processo Administrativo Disciplinar foi aberto devido ao abandono do cargo, resultando em seu afastamento e entrega de carteira funcional e arma de fogo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nos EUA, Eduardo Bolsonaro participou em maio, ao lado do irmão Flávio, de encontro na Casa Branca Paulo Figueiredo/X @pfigueiredo08 - 26.05.2026

O pedido de demissão do ex-deputado Eduardo Bolsonaro da PF (Polícia Federal) está no Ministério da Justiça e Segurança Pública há 20 dias e não deve ter tramitação “atropelada” na pasta, segundo fontes ouvidas pelo R7 Planalto. Interlocutores do MJSP afirmaram que o processo segue um protocolo, e precisa ser avaliado pela Secretaria-Executiva e pelo setor jurídico.

Depois, o documento é encaminhado para a mesa do ministro. Pessoas a par do funcionamento do pedido argumentam que a burocracia é necessária para que nenhum erro seja cometido, afinal, o pedido se trata do desligamento de alguém que ingressou por meio de concurso público na corporação.


O PAD (Processo Administrativo Disciplinar) contra o ex-parlamentar foi concluído no fim de julho, com o pedido da PF por demissão devido ao abandono do cargo.

Eduardo está morando Morando nos EUA há mais de um ano e foi condenado, pelo STF, a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelos crimes relacionados à coação no curso do processo.


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Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um PAD foi aberto para analisar o caso em fevereiro.

Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo. Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse a carteira funcional e sua arma de fogo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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