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Quase todos os ex-governadores eleitos do DF estarão nas urnas em 2026

Após anos sem disputar eleições, ex-chefes do Executivo local miram novos cargos

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ex-governadores do Distrito Federal, como Cristovam Buarque, Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg, planejam retornar à política nas eleições de 2026.
  • Cristovam Buarque, que não disputa eleições desde 2018, busca uma vaga na Câmara dos Deputados.
  • José Roberto Arruda, afastado por escândalos de corrupção, tenta reverter decisão judicial para concorrer em 2026.
  • Outros ex-governadores, como Maria Abadia e Paulo Octávio, também consideraram candidaturas, mas não estão confirmados na disputa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ex-governadores do DF disputam cargos diversos nas eleições deste ano; confira Sara Marques/Agência CLDF - arquivo

Se não fosse por Ibaneis Rocha (MDB), que acabou fora da disputa eleitoral após o escândalo do Banco Master, todos os ex-governadores do Distrito Federal eleitos em pleitos gerais nos últimos 30 anos estariam em campanha política em 2026.

A busca por um cargo político voltou aos planos de nomes que chefiaram o Executivo local e estavam afastados das campanhas, como Cristovam Buarque (PSB). Ele deixou o Palácio do Buriti em 1998 e teve o último cargo, como senador, em 2018. Desde então, estava sem mandato e optou por não disputar eleições em 2022. Agora, mira uma vaga na Câmara dos Deputados.


Outro nome que estava afastado das campanhas é José Roberto Arruda (PSD). O ex-governador chefiou o Distrito Federal entre 2007 e 2010, mas perdeu o mandato pelo escândalo de corrupção conhecido como Caixa de Pandora. A intenção de candidatura em 2026 foi barrada pela Justiça Eleitoral do DF, mas ele aposta em um recurso junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

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Os demais ex-governadores também retomam os planos de concorrer a uma vaga na Câmara: Agnelo Queiroz (PT), que deixou o cargo em 2014, e Rodrigo Rollemberg (PSB), que o sucedeu até 2018, disputam uma cadeira. O mesmo posto é cobiçado por Maria Abadia (PSD), que assumiu o governo em 2002, com a saída de Joaquim Roriz.


Outros nomes que passaram pelo governo do DF de forma temporária, ou assumiram o cargo em eleições para mandato-tampão, chegaram a cogitar a disputa, mas acabaram sem lançar candidaturas. É o caso de Paulo Octávio (PSD), que era vice de Arruda e assumiu o cargo, mas também acabou sem mandato no decorrer das investigações. Ele foi sucedido por Rogério Rosso (MDB), que está fora da disputa.

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