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Senador quer que médicos sejam compensados por socorro prestado em voos

Proposta foi apresentada na semana passada e precisará ser votada também na Câmara

R7 Planalto|Amanda Almeida, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O senador Dr. Hiran apresentou um projeto de lei para compensação financeira a médicos que prestam socorro em voos comerciais no Brasil.
  • A proposta sugere que companhias aéreas incluam esse tipo de compensação em suas obrigações, podendo ser por meio de seguro ou programas próprios.
  • Dr. Hiran argumenta que a atuação dos médicos pode evitar pousos de emergência e reduzir custos e riscos para as companhias aéreas.
  • O projeto visa remunerar o serviço médico de acordo com o benefício proporcionado às empresas aéreas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Senador alega que é comum a intervenção de passageiros médicos em situações de urgência Marcelo Camargo/Agência Brasil - 10.07.2021

Um projeto de lei apresentado pelo senador Dr. Hiran (PP-RR) quer garantir compensação financeira a médicos que prestarem atendimento de urgência ou emergência durante voos comerciais no Brasil. A proposta altera o Código Brasileiro de Aeronáutica para incluir esse tipo de cobertura entre as obrigações das companhias aéreas.

Na prática, o texto prevê que passageiros médicos que auxiliarem em atendimentos a bordo passem a ter direito a compensação, que poderá ser bancada por seguro obrigatório contratado pelas empresas aéreas. O projeto também abre espaço para que as companhias criem programas próprios de recompensa ou remuneração, ficando dispensadas da contratação específica do seguro nesses casos.

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Na justificativa, Dr. Hiran argumenta que não são raras as situações em que médicos voluntariamente ajudam passageiros em estado grave durante voos e que essa atuação pode evitar pousos de emergência, atrasos na malha aérea e até ações judiciais contra as empresas.

O senador sustenta que, embora o atendimento seja espontâneo, ele acaba beneficiando diretamente as companhias aéreas ao reduzir custos operacionais e riscos de responsabilização civil. Segundo o texto, esse serviço “merece ser remunerado pela companhia de forma proporcional ao benefício que representa”.

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