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Deflação no IPCA-15 em agosto pode influenciar taxa de juros

Queda de preços foi impulsionada por energia, alimentos e transportes

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O IPCA-15 teve deflação de 0,14% em agosto, a primeira queda em mais de dois anos.
  • A redução nos preços é atribuída a energia elétrica, alimentos e transportes.
  • Apesar da deflação, o Banco Central não prevê redução da taxa de juros devido à alta dívida pública.
  • Não há expectativa de continuidade nas quedas dos índices nos próximos meses, mas cortes na Selic podem ser considerados se a inflação continuar a cair.

 

Deflação abre espaço para Banco Central reduzir taxa de juros ainda este ano, diz economista
Deflação abre espaço para Banco Central reduzir taxa de juros ainda este ano, diz economista

O IPCA-15 registrou uma deflação de 0,14% em agosto, conforme dados divulgados pelo IBGE. Essa é a primeira queda em mais de dois anos, sendo influenciada principalmente pela redução nos preços de energia elétrica residencial, alimentos e transportes. A expectativa do mercado era uma deflação maior, de 0,20%.

O economista Miguel Daoud explica que essa deflação reflete um cenário onde a oferta superou a demanda. Ele destaca que, embora isso ofereça ao Banco Central uma oportunidade para controlar a inflação, a redução da taxa de juros ainda não está prevista devido à alta dívida pública.


Daoud também menciona que não se espera continuidade nas quedas dos índices nos próximos meses. No entanto, se houver uma tendência de redução da inflação, o Banco Central poderá considerar cortes na taxa Selic. Contudo, qualquer redução será limitada pelo contexto econômico atual e pela política fiscal governamental.

Perguntas e Respostas

Qual foi a taxa de deflação do IPCA-15 em agosto e quais fatores a influenciaram?


O IPCA-15 registrou uma deflação de 0,14% em agosto, influenciada principalmente pela redução nos preços de energia elétrica residencial, alimentos e transportes.

Qual era a expectativa do mercado para a deflação do IPCA-15?


A expectativa do mercado era uma deflação maior, de 0,20%.

O que o economista Miguel Daoud afirmou sobre o impacto da deflação nas taxas de juros?


Miguel Daoud explicou que a deflação reflete um cenário onde a oferta superou a demanda, oferecendo ao Banco Central uma oportunidade para controlar a inflação, mas que a redução da taxa de juros ainda não está prevista devido à alta dívida pública.

Há previsões sobre futuros índices de deflação segundo Daoud?

Daoud mencionou que não se espera continuidade nas quedas dos índices nos próximos meses, mas, se houver uma tendência de redução da inflação, o Banco Central poderá considerar cortes na taxa Selic, embora limitados pelo contexto econômico atual e pela política fiscal governamental.

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