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Caso Eduardo: reprodução simulada de morte será na sexta

Defensor público acredita que delegado vá confrontar depoimentos dos PMs

Rio de Janeiro|Do R7

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Eduardo foi morto com um tiro na cabeça
Eduardo foi morto com um tiro na cabeça

Agentes da DH (Divisão de Homicídios) vão realizar, nesta sexta-feira (17), a reprodução simulada da morte do menino Eduardo, que ocorreu no dia 2 de abril no Complexo do Alemão. De acordo com a Polícia Civil, as reproduções simuladas, tanto da morte dele quanto de outras que ocorreram na comunidade, estão marcadas para começar às 10h. Além de Eduardo, Elizabeth Alves de Moura Francisco, de 41 anos, foi atingida no pescoço por uma bala perdida quando estava dentro de casa. 

A intenção é recriar o ambiente do momento em que Eduardo de Jesus Ferreira foi assassinado, e 120 agentes participarão do trabalho. Eles vão confrontar as informações colhidas nos depoimentos.


Os pais do menino também vão participar dessa reprodução, de acordo com o defensor público do caso, Fábio Amado. Segundo ele, o depoimento do PM que é suspeito de ter disparado contra o menino apresenta muitas contradições.

— O delegado vai relatá-las todas, apontá-las e indicar, de acordo com a prova técnica, quem é o responsável, quais foram as circunstâncias que envolveram a morte dele e encaminhar ao Ministério Público para que ofereça a denúncia.


Nesta quarta-feira (16), a mãe do garoto afirmou que vai processar o líder do AfroReggae, José Júnior, por causa de um texto, divulgado em rede social. Nele, o presidente da ONG diz que Eduardo "era bandido". Ele foi morto com um tiro na cabeça enquanto brincava na porta de casa.

Na segunda-feira (13), o governador Luiz Fernando Pezão admitiu que a polícia errou na ação em que a criança foi morta.

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