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Incêndio destrói tradicional restaurante japonês, no Moinhos de Vento, em Porto Alegre

Um incêndio na tarde de terça-feira (15) destruiu um restaurante japonês na Rua Castro Alves, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

Rio Grande Record|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um incêndio destruiu um restaurante japonês tradicional em Porto Alegre, ativo desde 1973.
  • O fogo começou no segundo andar do prédio e suas causas ainda são desconhecidas.
  • Cinco funcionários conseguiram escapar ilesos ao perceberem cheiro de fumaça e chamas.
  • A proprietária expressou tristeza pela perda de um patrimônio familiar e a importância cultural do restaurante.

 

As chamas mobilizaram equipes dos bombeiros, da Defesa Civil e do Samu, mas ninguém ficou ferido, segundo informações da repórter Vanessa Felippe, que fez a cobertura do caso. 

Fogo começou no segundo andar 


O incêndio teve início por volta das 15h e chamou a atenção de vizinhos, que acionaram as equipes de emergência. Segundo o capitão dos bombeiros, Guilherme Giacomoni, relatos da proprietária indicam que o fogo começou no segundo andar do prédio, em uma área onde não há equipamentos de gastronomia. As chamas foram controladas, mas as causas ainda são desconhecidas, e a estrutura do imóvel ficou bastante comprometida, devendo passar por avaliação da Defesa Civil. 

Funcionários se preparavam para a Feira do Japão 


Como o restaurante funciona apenas à noite, o local estava fechado quando o fogo começou, mas havia cinco funcionários organizando o espaço para receber os clientes. Todos conseguiram sair sem se ferir. A funcionária Elisabete Tachima contou que o grupo fazia os preparativos para a Feira do Japão, nos fundos da casa, quando sentiu cheiro de fio queimado; ao perceberem o fogo, as chamas já estavam altas e com muita fumaça preta, dando tempo apenas para todos deixarem o local. 

Restaurante funcionava desde 1973 

O trabalho de rescaldo dos bombeiros durou algumas horas. O restaurante era uma tradição na região, em funcionamento desde 1973, e representa uma herança de família para os atuais donos. Emocionada, a proprietária Virgínia Suzuki contou que o negócio foi fundado pela sogra, com muito esforço, e que ela própria está à frente do restaurante há dez anos, ao lado do marido. A Defesa Civil ainda não concluiu a análise da estrutura do prédio. 

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