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Apoio à reforma de saúde dos EUA cai para 35% a dias do início da cobertura

Saúde|Do R7

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Washington, 23 dez (EFE).- O apoio dos americanos à polêmica reforma da saúde caiu para 35%, cinco pontos percentuais a menos que há um mês, de acordo com a última pesquisa elaborado pela "CNN" e publicada uma semana antes que comece a nova cobertura. A pesquisa, baseada em 1.035 entrevistas telefônicas feitas entre 16 e 19 de dezembro, revela que 63% dos cidadãos acreditam que seu seguro médico será mais caro como consequência da nova lei. Os números negativos são divulgados precisamente no dia em que termina o prazo para contratar um seguro médico se se deseja ter cobertura a partir de 1º de janeiro, para quando a Administração democrata calcula que haverá 2 milhões de registrados. Apesar dos esforços do governo em explicar as virtudes de sua reforma, a rejeição à lei cresceu até 62% em dezembro, 4% a mais que no mês anterior. A pesquisa também assinala que 42% acreditam que sua cobertura médica será pior em consequência da reforma, enquanto 16% diz que a nova lei será positiva para eles e 10% considera que não os afetará, nem para o bem nem para o mal. A oposição à reforma aumentou entre as mulheres, de 54% de novembro aos 60% de agora, uma má notícia para a Administração Obama, que dirigiu uma parte destacada de sua campanha pela reforma especialmente às mães americanos. Segundo a pesquisa publicada hoje, 43% dos cidadãos se opõe à reforma porque esta é liberal demais e 15% faz isso porque não o é suficientemente. Apesar dos seguidos índices negativos de apoio que as pesquisas têm mostrado e dos claros problemas logísticos da reforma, Obama tentou na sexta-feira passada deixar uma mensagem positiva sobre a lei antes de sair de férias e confiou que para 1º de janeiro de 2014 haverá 2 milhões de inscritos. EFE cg/tr

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