Logo R7.com
RecordPlus

Avanço de doenças cardíacas está ligado ao consumo de ultraprocessados, afirma especialista

Até um terço das mortes e dos casos de doenças cardiovasculares pode estar associado à ingestão desses alimentos

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudo da Federação Mundial da Obesidade associa consumo de ultraprocessados a um terço das mortes e doenças cardiovasculares.
  • Ultraprocessados contêm açúcares, corantes e gorduras que aumentam risco de hipertensão, diabetes e colesterol.
  • Consumo regular desses alimentos pode levar à obesidade, infarto ou AVC.
  • Especialistas recomendam alimentação equilibrada com mais alimentos in natura para prevenir doenças graves.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um estudo da Federação Mundial da Obesidade, realizado no Canadá, identificou que até um terço das mortes e dos casos de doenças cardiovasculares pode estar associado ao consumo de alimentos ultraprocessados.

A pesquisa analisou dados ao longo de 20 anos e destacou o papel desses produtos industrializados no aumento do risco para essas doenças. O cardiologista Marcelo Bergamo explicou que esses alimentos passam por diversas etapas industriais, nas quais são adicionadas substâncias como açúcares, corantes e gorduras.


Variedade de bombons e chocolates artesanais de diferentes formatos e coberturas, alguns decorados com chocolate branco, nozes e recheios cremosos, dispostos sobre uma superfície branca.
Alimentos como doces industrializados podem favorecer o desenvolvimento de doenças cardiovasculares Reprodução/Record News

Esses componentes tornam os produtos mais palatáveis, mas também contribuem para o desenvolvimento de problemas de saúde. “Isso acaba acarretando e levando a longo prazo a vários tipos de doenças relacionadas aos problemas cardíacos, como hipertensão, diabetes, colesterol, e isso a longo prazo, o consumo desses alimentos a longo prazo, vai deixar as pessoas mais obesas e também podendo levar ao risco de um infarto ou um AVC”, complementa o cardiologista.

Bergamo ainda enfatiza que não é apenas um componente específico dos ultraprocessados que prejudica a saúde cardiovascular, mas sim o excesso do conjunto desses ingredientes. “As pessoas que consumiam de uma forma mais rotineira os alimentos ultraprocessados, em vez de consumir os alimentos mais in natura, vamos dizer assim, com pouco processamento, essas pessoas acabaram desenvolvendo mais esse tipo de doença, que é a principal causa de mortalidade no Brasil e no mundo como um todo”, alerta.


Veja Também

As conclusões reforçam a necessidade de uma alimentação equilibrada, com menor consumo de produtos ultraprocessados e maior presença de alimentos in natura, como forma de prevenir doenças graves associadas a hábitos alimentares inadequados.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.