Dengue custou R$ 2,5 milhões à prefeitura de Rio Claro
A cidade registrou 17,2 mil casos de dengue, dos quais 17 resultaram em mortes
Saúde|Do R7

A epidemia de dengue custou R$ 2,5 milhões ao município de Rio Claro, no interior de São Paulo, em 2015, segundo relatório elaborado pela Fundação Municipal de Saúde. O valor inclui gastos extras com medicamentos, materiais de laboratório, recursos humanos adicionais e contratação de serviços especializados, além de outros itens. A cidade registrou 17,2 mil casos de dengue, dos quais 17 resultaram em mortes.
O levantamento detalhado dos gastos vai embasar um pedido de ajuda aos governos estadual e federal para evitar que a epidemia se repita este ano. "Fizemos um investimento pesado na ampliação dos serviços de assistência aos pacientes com dengue e o resultado foi o maior controle dos agravos que poderiam provocar muitas mortes, mas não é fácil o município encarar sozinho essa guerra", disse o secretário da Saúde, Geraldo Barbosa.
Apenas na montagem de um centro de triagem para pacientes com dengue, que atendeu mais de 20 mil pessoas, o gasto foi de R$ 800 mil, incluindo pessoal e equipamentos. Os serviços de nebulização consumiram outros R$ 578 mil, inclusive com o pagamento da empresa especializada que atuou na cidade durante seis meses.
Também foi utilizado pessoal para pesquisar e estudar a proliferação do mosquito Aedes aegypti em 600 residências de mais de vinte bairros.
Dengue causa primeira morte no interior de SP em 2016
Os serviços prosseguem este ano. Os agentes vão vistoriar 2,4 mil residências para levantar o índice de larvas e elaborar um plano de controle do mosquito. A prefeitura lançou o plano municipal de vigilância, controle e assistência à dengue, chikungunya e zika vírus, com a participação de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Nesta quinta-feira, 7, mais de 100 agentes de saúde participaram de um curso de capacitação sobre os avanços da doença e os protocolos de prevenção.
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