Logo R7.com
RecordPlus
‌

Mais de 2.000 profissionais estrangeiros já se inscreveram no programa Mais Médicos 

PF acompanha denúncias de sabotagem e ouvidoria do MS confirma inscrições por telefone

Saúde|Kamilla Dourado, do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta quarta-feira (17) que quase 12 mil médicos fizeram a pré-inscrição no programa Mais Médicos do governo federal. Desse total, cerca de 2.000 são de outros países e outros 10 mil são brasileiros. Mais de 700 municípios se inscreveram para receber os profissionais. 

Segundo o ministro, depois dessa fase de pré-inscrição, os candidatos têm que anexar uma série de documentos, como o número de inscrição no CRM (Conselho Regional de Medicina), por isso, os números devem mudar até o fim das inscrições no fim de mês.

‌

Ministério da Saúde denuncia uso das redes sociais para boicotar programa Mais Médicos

Após a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Padilha ressaltou que as vagas só serão preenchidas por estrangeiros se não forem ocupadas por médicos brasileiros.

‌

“Governo está fazendo pouco caso dos médicos brasileiros”, diz presidente do Cremesp

As inscrições estão sendo acompanhadas pela Polícia Federal. Segundo o ministro, a pasta recebeu denúncias de que um grupo de médicos estaria tentando sabotar o processo.

‌

— Um grupo de médicos, de forma isolada, estaria fazendo uma mobilização de inscrições apenas para atrasar o cronograma. Desde a última quinta-feira, o Ministério da Justiça, pela Polícia Federal, acompanha se existe esse tipo de movimentação, e o Ministério da Saúde está ligando para os médicos que se inscreveram para perguntar se eles realmente querem participar.

Prestação de serviços no SUS

‌

O ministro da Educação defendeu a realização de um debate sobre a proposta de acrescentar mais dois à formação dos médicos a partir de 2015, durante esse período, os estudantes trabalhariam na rede pública de saúde. Uma comissão foi criada nesta quarta-feira (16) para discutir o assunto. Segundo Mercadante, as conversas já foram iniciadas.

— A discussão foi muito positiva, esses diretores e coordenadores de curso vão agora trabalhar juntos para terem várias questões a serem detalhadas, aprimoradas, principalmente no debate no Congresso e depois o debate junto ao Conselho Nacional de Educação. 

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.