Mais de 6 milhões de crianças foram vacinadas contra paralisia infantil
Meta do governo é imunzar 12,2 milhões de crianças até 21 de junho
Saúde|Do R7, com Agência Brasil

Balanço do Ministério da Saúde mostra que mais de 6 milhões de crianças entre seis meses e 5 anos incompletos foram vacinadas contra a poliomielite, ou paralisia infantil, em todo o Brasil até as 17h da segunda-feira (10). São 47% dos 12,2 milhões que o governo pretende imunizar até o dia 21 de junho.
Os estados com as maiores coberturas vacinais até o momento são: São Paulo (62,29%), Rio Grande do Sul (62,20%), Paraná (57,78%), Rondônia (53,10%) e Goiás (52,60%). Já o melhor desempenho por idade, até o momento, foi entre as crianças de 6 meses e menores de 1 ano, atingindo 51,40% do público-alvo, o que representa 749.528 de doses aplicadas.
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O último caso de poliomielite registrado no Brasil foi em 1989, na Paraíba. As ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) estão voltadas à manutenção do País livre do poliovírus selvagem. Desde 1994, o País mantém o certificado emitido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) de erradicação da poliomielite.
Campanha de vacinação contra paralisia infantil pretende imunizar 12,2 milhões em todo o Brasil
Mesmo assim, é importante ressaltar que não existe tratamento para a poliomielite e a vacina é a única maneira de prevenir a doença. A vacina protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3, tendo eficácia em torno de 90% a 95%. Ela é recomendada mesmo para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia.
A vacina é extremamente segura e não há contraindicações, sendo raríssimas as reações associadas à administração da mesma. Em alguns casos — como, por exemplo, em crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina —, recomenda-se que os pais consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada.
O Ministério da Saúde ressalta que é muio importante os pais levarem o cartão de vacinação na hora de vacinar seus filhos para que os profissionais de saúde possam avaliar a situação vacinal da criança.














