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Mortes por coronavírus no Reino Unido têm queda pelo 4º dia seguido

País teve 717 mortes por covid-19 e chegou a 11.239 no total; os números do balanço oficial do governo vêm caindo desde o pico de sexta-feira

Saúde|Da EFE

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Motorista de ônibus usa máscara para se proteger do coronavírus em Londres
Motorista de ônibus usa máscara para se proteger do coronavírus em Londres

O número de mortes no Reino Unido por covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, subiu nesta segunda-feira (13) para 11.329, após a divulgação de boletim pelo Ministério da Saúde local em que constam novos 717 óbitos.

O número é inferior ao de domingo, que foi de 737; ao de sábado, de 917; e ao de sexta-feira, que chegou às 980, o recorde em um mesmo dia registrado em todos os países da Europa.


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Os especialistas apontam que, embora o ritmo de novas mortes tenha sofrido redução, ao que tudo indica, ainda não se alcançou o pico da pandemia no território britânico.

Além disso, os dados não incluem os óbitos que aconteceram fora dos hospitais do país.


O Ministério da Saúde do Reino Unido indicou que foram realizados 18 mil testes de diagnóstico a mais do que ontem, um número maior do que o dos dias anteriores. A meta do governo é conseguir chegar aos 100 mil exames em 24 horas.

Boris Johnson em recuperação

O primeiro-ministro, Boris Johnson, que deixou o hospital St. Thomas, em Londres, após quase uma semana de internação, segue afastado do trabalho e em recuperação da Covid-19 na casa de campo oficial de Chequers.


O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Dominic Rabb, segue no comando do governo. Na quinta-feira, o interino liderará reunião em que será decidido pela manutenção ou não das restrições impostas no país há três semanas.

Enquanto isso, a oposição segue cobrando a falta de materiais de proteção para equipes médicas nos hospitais, testes para funcionários de saúde e população, entre outras coisas. Por isso, a gestão da pandemia será submetida à análise do Parlamento.

Segundo fontes do governo, está prevista a retomada das sessões no dia 21, depois do recesso da Semana Santa, com alternativas tecnológicas para que seja respeitado o distanciamento social imposto pelas autoridades locais.

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