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Jack Dorsey, fundador do Twitter, pede desculpas pelas demissões após venda para Elon Musk

Uma semana após assumir o controle da empresa, Musk está demitindo 50% da força de trabalho mundial

Tecnologia e Ciência|Do R7, com agências internacionais

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Jack Dorsey, fundador do Twitter
Jack Dorsey, fundador do Twitter REUTERS/Anushree Fadnavis 12/11/2018

O fundador do Twitter, Jack Dorsey, pediu desculpas neste sábado (5) aos funcionários da empresa, um dia após a mídia social anunciar a demissão de quase 50% de sua força de trabalho.

Dorsey vendeu a companhia para Elon Musk, que iniciou as demissões logo após tomar o controle da empresa. Dorsey disse que se arrepende de ter desenvolvido a plataforma de microblog "rápido demais".

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"As pessoas no Twitter do passado e do presente são fortes e resilientes. Eles sempre encontrarão um caminho, não importa o quão difícil seja o momento. Percebo que muitos estão com raiva de mim. Eu assumo a responsabilidade por todos que estão nessa situação: aumentei o tamanho da empresa muito rápido. Peço desculpas por isso", tuitou Dorsey.

O executivo ainda acrescentou:

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"Sou grato e amo todos que já trabalharam no Twitter. Não espero que isso seja mútuo neste momento... ou nunca... e eu entendo".

Jack Dorsey deixou o conselho do Twitter em maio deste ano, encerrando seu relacionamento formal com a rede social fundada em 2006. Ele é diretor desde 2007 e, mais recentemente, foi CEO do Twitter de meados de 2015 até sua renúncia no ano passado.

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Recentemente, Dorsey anunciou que irá lançar uma espécie de concorrente de sua antiga criação, a Bluesky, que já tem fila de espera para testar a versão beta.

Demissão de 50% dos funcionários no mundo

O Twitter anunciou nesta sexta-feira (4) a demissão de "cerca de 50%" de seus quase 7.500 funcionários no mundo, uma semana após a plataforma ser adquirida pelo homem mais rico do mundo, Elon Musk.

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"Cerca de 50% do quadro de funcionários será afetado" pelas demissões em curso na empresa californiana, conforme documento ao qual a AFP teve acesso, enviado aos funcionários da rede social que perderam seus empregos após a compra da empresa por US$ 44 bilhões.

Milhares de funcionários do Twitter foram chamados a ficar em casa, à espera de uma rodada de demissões, no âmbito de uma reestruturação da empresa lançada por Musk.

A empresa californiana comunicou a cada funcionário sua decisão através de um e-mail, e anunciou o fechamento temporário de escritórios.

O novo proprietário da empresa, Elon Musk, justificou as demissões dizendo que a empresa perde US$ 4 milhões por dia.

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