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Obama reitera apoio, mas não reconhece coalizão síria como governo

Presidente dos Estados Unidos elogiou união de opositores sírios

Internacional|Do R7

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Rebeldes sírios comemoram a tomada de terrirório próximo à fronteira com a Turquia
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reiterou nesta quarta-feira (14) seu apoio à oposição na Síria, mas disse não reconhecer sua nova coalizão como um governo no exílio.

Durante sua primeira entrevista coletiva desde que ganhou a reeleição, Obama elogiou a união dos opositores na Coalizão Nacional Síria das Forças de Oposição e da Revolução (CNFROS), criada no último sábado (10) em Doha, mas ressaltou que os EUA não estão dispostos a reconhecê-la como um governo no exílio.


O presidente respondeu assim a uma pergunta sobre se está disposto a dar o mesmo passo que a França, que reconheceu o CNFROS, dominado pelo Conselho Nacional Sírio (CNS), como o único representante legítimo da oposição síria.

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Obama deu as boas-vindas à nova aliança opositora, mas advertiu que "devemos ter o cuidado de não pôr armas indiretamente nas mãos" de elementos que possam atacar os EUA.

O presidente ressaltou que os EUA estão "muito comprometidos" junto com a comunidade internacional para ajudar à oposição contra o regime de Bashar al Assad dentro e fora da Síria, com milhões de dólares em ajuda humanitária.


Além disso, lembrou que está em "constante comunicação" com as autoridades da Turquia e Jordânia, países vizinhos, assim como Israel, perante a preocupação que poderia representar o movimento do arsenal de armas químicas, o que poderia ter um impacto "não só na Síria, mas em toda região".

Obama disse ainda que os EUA continuarão comprometidos para assegurar que a oposição está comprometida com uma Síria "democrática, inclusiva e moderada".

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