Projeto usa sal de cozinha e aviões agrícolas para ‘fazer chover’ em períodos de seca
Cloreto de sódio é espalhado na base das nuvens para acelerar o processo natural de precipitação
Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Agricultores das cidades de Rio Verde, Paraúna e Montevidiu, em Goiás, adotaram uma técnica inovadora para lidar com a escassez hídrica na região: criar “chuva artificial”. Com o uso de aviões agrícolas, eles espalham cloreto de sódio — o famoso sal de cozinha — sobre as nuvens para acelerar o processo natural de precipitação durante períodos críticos de seca.
“A gente coloca o sal, cloreto de sódio, em alta concentração na base da nuvem, aproveitando as correntes convectivas que existem dentro da nuvem, e isso forma gotas pesadas dentro da nuvem. Ela desestabiliza e acaba chovendo”, explica o piloto agrícola Beto Textor.

O Instituto Federal Goiano acompanha os dados meteorológicos para ajudar a decidir em quais dias e regiões há mais chances de sucesso do trabalho. Por dia, são realizadas três horas de operação, com um custo de R$ 4.000 por hora de voo.
O valor do investimento é dividido entre todos os participantes do projeto. No entanto, se a chuva se concentrar em uma propriedade específica, o dono daquela terra paga toda a conta.
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