‘Combustível sustentável é o futuro da aviação civil’, diz ministro dos Portos e Aeroportos
Em entrevista exclusiva à RECORD NEWS, Tomé Franca analisou impactos da alta do querosene de aviação e comentou pane que fechou o espaço aéreo de SP
Brasília|Do R7, com RECORD NEWS
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O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, concedeu entrevista exclusiva nesta sexta-feira (10) ao programa Link News, no qual abordou as medidas do governo para mitigar impactos da alta do querosene de aviação, uma consequência do conflito atual no Oriente Médio.
Segundo Franca, o governo está adotando medidas como financiamentos flexíveis e isenções fiscais para minimizar o impacto sobre as companhias aéreas e os consumidores. Porém, um aumento no valor das passagens aéreas tende a ser inevitável. “Vai existir algum nível de impacto, sim”, declarou.
Para reduzir a dependência desse tipo de combustível, que também é mais poluente, o ministro afirmou que o país tem avançado e investido na pauta do combustível sustentável.
“Nós temos aí a possibilidade já de produção local do combustível sustentável, mas ainda em pequena escala. Temos aí uma expectativa de que o Brasil pode ser um grande exportador desse combustível sustentável, mas é preciso ainda de mais investimentos, de mais investidores para aportar recursos em plantas que tenham como objetivo a produção de combustível sustentável. Esse é o futuro da aviação civil”, afirmou.
Tomé Franca também foi questionado sobre o incidente de quinta (9) no Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste, que causou uma interrupção de 35 minutos, impactando os aeroportos de Congonhas e Guarulhos.
“Naturalmente, isso causou um transtorno porque se trata de dois grandes aeroportos brasileiros, o aeroporto de Congonhas e o aeroporto de São Paulo. E imaginar que durante 30 minutos a gente tem uma série de voos que foram impedidos de decolar. Então causou aquele transtorno no dia de ontem, que inclusive teve algumas repercussões ainda pela manhã do dia de hoje. Mas a situação já foi contornada”, esclareceu.
O ministro também destacou planos de investir R$ 4,6 bilhões na infraestrutura aeroportuária este ano, garantindo que os projetos de desenvolvimento não serão afetados pelos recentes desafios.
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