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Defesa de Bolsonaro avisa a Moraes que vai voltar a agendar visitas após fim de proibição

A medida ocorre após o encerramento do prazo de suspensão determinado por Alexandre de Moraes

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que retomará o agendamento de visitas após o fim da suspensão de 30 dias determinada por Alexandre de Moraes.
  • A suspensão, iniciada em 17 de julho, proibia visitas com finalidade político-partidária até o término das eleições gerais de 2026.
  • Flávio Bolsonaro ainda está impedido de visitar o pai por 90 dias, devido à divulgação de uma carta atribuída ao ex-presidente.
  • A decisão de Moraes visa impedir que Bolsonaro envie mensagens ao público por meio de terceiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

No dia 17 de julho, Moraes proibiu, por 30 dias, o recebimento de visitas por parte de Bolsonaro Ton Molina/STF - Arquivo

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que retomará o agendamento de visitas.

A medida ocorre após o encerramento do prazo de suspensão temporária de 30 dias que havia sido determinado pelo ministro Alexandre de Moraes.


“Transcorrido o referido prazo, cumpre informar, para ciência e registro, que serão retomados os agendamentos de visitas nos moldes anteriormente fixados, mediante comunicação e agendamento diretamente junto ao Núcleo de Custódia da Polícia Militar – NCPM, observadas as condições já estabelecidas e as demais medidas cautelares ainda vigentes”, disse a defesa.

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No dia 17 de julho, Moraes proibiu, por 30 dias, o recebimento de visitas por parte de Bolsonaro “com finalidade político-partidária até o término das eleições gerais de 2026”.


O veto impedia qualquer tipo de reunião, gravação ou articulação política no local em que o ex-presidente cumpre restrições impostas pela Justiça.

Entretanto, a decisão que suspendeu temporariamente o direito de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visitar o pai por 90 dias ainda segue valendo.


A medida foi aplicada após o senador divulgar nas redes sociaisuma carta manuscrita atribuída ao ex-presidente, ato visto pelo ministro como descumprimento do veto que impede Jair Bolsonaro de enviar mensagens ao público por meio de terceiros.

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