Defesa de Bolsonaro tem 48 horas para detalhar a Moraes como foi cirurgia
Nesta semana, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou favoravelmente ao pedido da cirurgia
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Em decisão que autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a realizar uma cirurgia no ombro direito, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu 48 horas para que a defesa apresente relatório médico detalhado sobre o procedimento realizado.
A cirurgia ocorre nesta sexta-feira (1º) no hospital DF Star, em Brasília, e foi indicado por médico especialista para tratar lesões no manguito rotador e outras complicações associadas.
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Nesta semana, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou favoravelmente ao pedido do ex-presidente.
Na semana passada, os médicos de Bolsonaro enviaram ao STF um documento no qual dizem que as dores no ombro direito do político melhoraram. Apesar disso, profissionais indicaram a operação para o ex-presidente, que cumpre pena em prisão domiciliar, no Distrito Federal.
A recomendação consta no relatório fisioterapêutico apresentado pela defesa e anexado ao processo que trata da execução penal, no sistema do STF. Ainda segundo os advogados, o pedido tem natureza “estritamente humanitária e sanitária”.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por liderar uma tentativa de golpe de Estado no país. Em 13 de março último, ele foi internado em Brasília, devido a uma pneumonia, e recebeu alta duas semanas depois.
O quadro levou o ministro Alexandre de Moraes a conceder prisão domiciliar humanitária por 90 dias a Bolsonaro.
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