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Governo do Rio de Janeiro volta à pauta do STF após quatro meses, sob risco de ser adiado

Nos bastidores, a aposta é de que haja novo pedido de vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF retoma julgamento sobre a sucessão no governo do Rio de Janeiro, com Ricardo Couto de Castro como governador interino.
  • Há 13 processos na pauta, incluindo a discussão da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que podem atrasar a votação.
  • Possibilidade de pedido de vista pode adiar a decisão para depois das eleições de outubro.
  • Supremo analisa se a escolha do "governador-tampão" será por eleições diretas ou indiretas, com votos já divididos entre os ministros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nos bastidores, a aposta é de que haja pedido de vista caso o julgamento sobre o Rio seja retomado Rosinei Coutinho/STF – 01.07.2026

O STF (Supremo Tribunal Federal) pode retomar nesta quarta-feira (19) o julgamento que vai definir as regras para a sucessão no governo do Rio de Janeiro. Porém, além desse, há 13 processos em pauta - entre eles a Lei Geral do Licenciamento Ambiental - que podem adiar novamente a votação.

Nos bastidores, a aposta é a de que, se o julgamento sobre o Rio for retomado, poderá haver um pedido de vista. Nesse caso, os ministros terão até 90 dias para retomar a discussão, o que deixaria o desfecho para depois das eleições de outubro.


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Julgamento

Desde a renúncia ao cargo e a condenação por abuso político e econômico do ex-governador Cláudio Castro, o STF analisa se a escolha de um “governador-tampão”, que permanecerá no cargo até o fim de 2026, será por meio de eleições diretas, com voto popular, ou indiretas, em que a decisão cabe à Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). O julgamento havia sido suspenso em abril, depois de um pedido de vista do ministro Flávio Dino.

Antes do pedido, votaram a favor das eleições indiretas os ministros Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Carmem Lúcia. Já o ministro Cristiano Zanin votou por eleições diretas. Ainda faltam os votos de outros cinco ministros.


Enquanto o Supremo não toma uma decisão, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado.

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