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Defesa de Roberto Jefferson pede ao Supremo revogação da prisão preventiva

Segundo a defesa, o ex-parlamentar tem um quadro de saúde bastante frágil, o que o põe em risco no estabelecimento prisional

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

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Defesa quer converter a pena em prisão domiciliar
Defesa quer converter a pena em prisão domiciliar

A defesa do ex-deputado federal Roberto Jefferson pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da prisão preventiva dele ou a conversão em prisão domiciliar, com a designação de data e horário para entrega das armas de fogo registradas. Além disso, solicitou que a ação seja enviada para a Justiça Federal em Brasília.

Em 4 de junho, Moraes autorizou a transferência do ex-deputado para um hospital particular, por causa de problemas de saúde, mas manteve a prisão preventiva.


Segundo a defesa, o ex-parlamentar tem um quadro de saúde bastante frágil (primário), o que o põe em risco dentro do estabelecimento prisional.

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Para os advogados, foi enviado um relatório que afirma que há necessidade de tratamento intensivo clínico, psiquiátrico (com vigilância rigorosa), neurológico, nutricional e fisioterápico.


“Não estão presentes subsídios fáticos concretos que autorizam a conclusão de que a liberdade irá pôr em risco a ordem pública, falaciosos argumentos empregados para justificar equivocado decreto prisional. No caso, é perfeitamente cabível a substituição da prisão por outra medida cautelar menos gravosa”, disse a defesa.

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Jefferson está preso desde outubro de 2022, quando jogou granadas e atirou em agentes da Polícia Federal que tentavam cumprir uma ordem de prisão contra ele. Na ocasião, o ex-deputado já estava em prisão domiciliar por ter ameaçado o STF e feito ataques pelas redes sociais à Corte e a seus ministros.

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