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‘É ridículo’, diz Gilmar Mendes sobre comportamento de parlamentares em CPIs

Ministro do Supremo Tribunal Federal afirma que Procuradoria-Geral da República deve avaliar limites da imunidade parlamentar

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gilmar Mendes critica o comportamento de parlamentares em CPIs, especialmente na que investigou a crise no INSS.
  • Ele condena vazamentos de conteúdos privados, citando um escândalo envolvendo vídeos íntimos.
  • O ministro espera que a Procuradoria-Geral da República avalie os limites da imunidade parlamentar.
  • Mendes destaca a necessidade de tratar testemunhas e investigados com dignidade durante as comissões parlamentares.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gilmar Mendes criticou comportamento de parlamentares na CPI do INSS Reprodução/RECORD - 22.04.2026

Em participação no JR Entrevista, nesta quarta-feira (22), o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou o comportamento de deputados e senadores em CPIs (comissões parlamentares de inquérito), principalmente na que tratou da crise no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O ministro, que se manifestou diversas vezes contra os vazamentos de conteúdos privados pelo colegiado ao tratar do escândalo do Banco Master, voltou a tocar no assunto.


Gilmar lembrou, ainda, que o caso envolveu a divulgação de vídeos íntimos de Daniel Vorcaro com uma ex-companheira. “Pessoas tentando ver vídeos supostamente pornográficos, com lentes talvez japonesas ou chinesas. Quer dizer: velhinhos brincando de crianças. Não é legal, para usar uma expressão dos jovens. Não fica bem para um senador ter esse papel. É ridículo”, criticou.

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Agora, a expectativa do ministro é de que a PGR (Procuradoria-Geral da República) analise os limites da imunidade parlamentar, em pontos que precisam de atualização legal, segundo ele.


“Temos parlamentares xingando policiais, agentes públicos no exercício das funções, e o tribunal tem dito: há imunidade, e há excesso de imunidade”, avaliou Gilmar.

O magistrado aproveitou para comentar sobre o tratamento dado a participantes ouvidos nessas comissões parlamentares: “A pessoa vai lá na condição de testemunha, ou até de investigado, mas não é para ser humilhada, muito menos humilhada publicamente”.

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