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Fachin pede reunião à PF e cobra rigor e legalidade em apuração do Caso Master no STF

Presidente da Corte enfatizou que não deve haver ‘exceção de fato ou de pessoa’ na investigação de eventuais ilegalidades

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro Edson Fachin, presidente do STF, solicitou uma reunião com o diretor-geral da Polícia Federal para discutir o caso Banco Master.
  • Fachin destacou a importância de investigar rigorosamente qualquer envolvimento de ministros do STF no caso, sem exceções.
  • O presidente do Supremo enfatizou que o cumprimento das regras processuais é crucial para garantir a validade das investigações e das provas.
  • Fachin ressaltou a necessidade de uma atuação coordenada entre a Polícia Federal, o Ministério Público e o Judiciário para assegurar que todos os fatos relevantes sejam investigados adequadamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Edson Fachin defendeu que 'qualquer fato relevante seja rigorosamente apurado' Antonio Augusto/STF - Arquivo

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, pediu ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, uma reunião para tratar sobre o suposto envolvimento de ministros da Corte com o caso Master.

O posicionamento de Fachin ocorre em meio à repercussão pública de informações e indícios relativos ao caso. No documento assinado na tarde desta sexta-feira (2), o presidente da Corte enfatizou que não deve haver “exceção de fato ou de pessoa” na apuração de eventuais ilegalidades.

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“Há inequívoco interesse institucional em que todo e qualquer fato relevante seja rigorosamente apurado, sem exceção de qualquer natureza”, registrou Fachin, no expediente enviado à PF.

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Para o presidente do Supremo, o rigor na observância das regras processuais e de competência jurídica serve não apenas como garantia aos investigados, mas também como elemento indispensável para a validade e a legitimidade das provas colhidas.

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“A atuação coordenada e institucionalmente adequada entre Polícia Federal, Ministério Público e Poder Judiciário é essencial para que nenhum fato relevante deixe de ser apurado e para que nenhuma instituição ultrapasse os limites de suas atribuições constitucionais”, ressaltou.

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