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Fachin se reúne com ministro da Justiça e AGU após afastamento de chefe da PF

Reunião de emergência ocorre em meio ao agravamento da crise institucional depois da decisão do ministro André Mendonça

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Edson Fachin reuniu-se com o ministro da Justiça e o advogado-geral da União após afastamento de chefes da Polícia Federal.
  • O afastamento foi decidido pelo ministro André Mendonça após ele ser alvo de monitoramento pela corporação.
  • A medida causou reações no governo e no STF, aumentando a pressão para resolver o conflito institucional.
  • A AGU prepara recurso para reverter a decisão, alegando violação de competência constitucional do presidente da República.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mendonça afastou o chefe da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada Rosinei Coutinho/STF - 23.05.2026

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, reuniu-se nesta terça-feira (8) com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e com o advogado-geral da União, Jorge Messias.

A reunião de emergência ocorreu em meio ao agravamento da crise institucional após a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada.


A medida contra Andrei se deu após o magistrado ser alvo de relatórios de monitoramento da corporação e reagir, determinando a suspensão dos dirigentes e a abertura de investigações.

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O ato gerou forte reação entre setores do governo e a Corte, elevando a pressão sobre Fachin para buscar uma saída institucional que contenha a escalada do conflito entre o Judiciário e os órgãos de segurança.


A AGU prepara um recurso a ser apresentado ainda nesta terça-feira para tentar reverter a decisão do ministro André Mendonça.

A estratégia do órgão é focar no argumento de violação de competência constitucional, alegando que a ordem de Mendonça invadiu uma prerrogativa exclusiva do presidente da República — a quem cabe nomear e exonerar ocupantes de cargos no Poder Executivo.

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