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INSS: CNJ investiga nomeação de ex-assessor de Alexandre de Moraes como perito judicial

Em novembro do ano passado, a Primeira Turma do STF decidiu tornar Eduardo Tagliaferro réu

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O CNJ abriu investigação sobre a nomeação de Eduardo Tagliaferro como perito judicial.
  • Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes, foi nomeado para atuar em caso envolvendo o INSS em Minas Gerais.
  • Ele foi denunciado pela PGR por crimes como violação de sigilo e obstrução de investigação penal.
  • Tagliaferro está na Itália e é alvo de pedido de extradição pelo governo federal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Eduardo Tagliaferro foi investigado pela Polícia Federal por vazamento de conversas Reprodução/Instagram @danielle.tagliaferro e @edutagliaferro - 11.02.2026

O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, determinou a abertura de um pedido de providências para investigar a nomeação de Eduardo Tagliaferro como perito judicial.

Tagliaferro, que é ex-assessor do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, foi escalado para atuar em uma ação que corre na Justiça de Minas Gerais envolvendo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

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O ex-assessor tem dupla cidadania, está atualmente na Itália e é alvo de pedido de extradição apresentado pelo governo federal, a pedido de Moraes, por vazamento de mensagens de auxiliares do ministro.

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A nomeação de Tagliaferro foi realizada pelo juiz José Hélio da Silva, titular da 1ª Vara Cível de Pouso Alegre (MG). O objetivo da perícia é analisar a autenticidade de uma gravação telefônica na qual uma atendente oferece associação a uma entidade de classe.

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O áudio em questão serve como base de defesa para um sindicato de aposentados justificar a aplicação de descontos em benefícios previdenciários.

Réu

Em novembro do ano passado, por unanimidade, a Primeira Turma do STF decidiu tornar réu o ex-assessor.

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Ele foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) pelos crimes de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo e obstrução de investigação penal.

O ex-assessor foi investigado pela Polícia Federal pelo vazamento de conversas com outros funcionários do gabinete do ministro.

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Segundo Tagliaferro, os diálogos revelariam supostas ilegalidades que teriam sido cometidas quando Moraes ocupou o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2022. O ministro sempre negou qualquer irregularidade.

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