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INSS: ministro diz que fila será zerada em setembro e defende vinculação ao salário-mínimo

Wolney Queiroz creditou possível cumprimento da meta a tecnologia e bonificações a servidores do órgão

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Wolney Queiroz defende a vinculação dos benefícios previdenciários e assistenciais ao salário mínimo.
  • Queiroz promete zerar a fila do INSS até setembro, atribuindo o feito à tecnologia e bonificações para servidores.
  • Afirma que a promessa de zerar a fila é compromisso de campanha do presidente Lula, sem relação com as eleições.
  • O ministro destaca a importância de mais recursos para a Previdência, como uma necessidade do Brasil.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro da Previdência visitou agência do INSS em Taguatinga, DF Edson Leal/MPS - Arquivo

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou nesta quinta-feira (27) que é absolutamente favorável à vinculação de benefícios previdenciários e de assistência social ao salário mínimo, bem como à política de ganho real do salário mínimo. Ele falou com jornalistas antes de visitar uma agência do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em Taguatinga, nos arredores de Brasília.

“Se você deixa de indexar, deixa de deixar isso ligado aos benefícios previdenciários, você vai deixando o aposentado para trás, e não é justo. Então nós somos absolutamente favoráveis, primeiro, à vinculação do salário mínimo com os benefícios previdenciários e assistenciais, segundo, nós somos favoráveis ao ganho real do salário mínimo”, afirmou ele, dizendo considerar dramático o cenário sem a vinculação.


Queiroz disse ainda que deve zerar a fila do INSS nos próximos dias, em setembro. Segundo ele, isso foi possível com mais tecnologia, com bônus para os servidores do órgão por produtividade e mobilização de todo o governo para agilizar o atendimento pelo país.

Perguntado se houve alguma demanda para que a fila fosse zerada antes das eleições, ele negou. Disse que o compromisso era uma promessa de campanha do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


“O que houve foi uma decisão do presidente, uma promessa de campanha e uma promessa ao parlamento de chegar ao final do governo com a fila zerada. Nós agora estamos com os novos peritos de métodos federais atuando 100%. Então, é uma curva natural que tem acontecido, não tem nada a ver com a eleição. Sobre outro assunto também, que é o orçamento”, completou ele.

Sobre a curva de crescimento das despesas obrigatórias da Previdência, o ministro afirmou que, se é preciso mais dinheiro para custear o tema, é uma necessidade do Brasil honrar com isso.


“Então, se é necessário mais dinheiro para custear isso, então é uma necessidade do Brasil, da sociedade, de agir solidariamente com aqueles que mais precisam. É assim que funciona a Previdência Social”, disse.

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