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Médicos de Bolsonaro dizem ao STF que medicamentos geram sonolência e desequilíbrio

Relatório atesta estabilidade cardíaca, mas alerta para efeitos colaterais de remédios usados para crises recorrentes de soluço

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relatório médico enviado ao STF indica que medicamentos causaram sonolência e desequilíbrio em Jair Bolsonaro.
  • Os medicamentos são usados para tratar crises de soluço, com efeitos colaterais preocupantes.
  • A defesa de Bolsonaro justificou a inutilização de uma pistola devido à "confusão cognitiva" causada pelos medicamentos.
  • Durante uma audiência, Bolsonaro afirmou que a interação inadequada dos medicamentos também levou à violação de sua tornozeleira eletrônica.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Defesa do ex-presidente alegou ‘confusão cognitiva’ para explicar episódio com arma Agência Brasil - Arquivo

Um novo relatório médico enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro aponta que medicamentos geraram sonolência diurna e instabilidade no equilíbrio corporal.

O documento indica estabilidade na área cardiológica, mas acende um alerta para efeitos colaterais provocados pelo tratamento contra crises recorrentes de soluço.


De acordo com a equipe médica, foi mantida a prescrição de remédios de ação central, que estão sendo administrados “no limite terapêutico de segurança”.

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Argumentos da defesa

Segundo a defesa de Bolsonaro, o tratamento médico intenso e o uso de fortes medicamentos — que teriam provocado uma “confusão cognitiva” — foram os motivos para que a equipe de segurança do ex-presidente inutilizasse uma pistola registrada em nome dele.


A alegação serviu para explicar o transporte irregular de uma pistola 9mm por sua equipe de segurança. O episódio veio a público após a Polícia Militar do Distrito Federal reter o armamento durante uma blitz em Taguatinga, região administrativa do DF.

Durante audiência de custódia realizada em novembro do ano passado, o ex-presidente Jair Bolsonaro justificou que uma “certa paranoia” o levou a violar sua tornozeleira eletrônica.


Na ocasião, ele explicou que o comportamento foi provocado pela interação inadequada de medicamentos fortes, prescritos por médicos diferentes.

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