Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Polícia abre investigação sobre arma de Bolsonaro apreendida em blitz com militar

O boletim de ocorrência e a abertura das apurações foram formalmente encaminhados ao STF

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Civil do Distrito Federal iniciou investigação sobre a posse de uma pistola 9mm, supostamente de Jair Bolsonaro.
  • A arma foi apreendida durante uma blitz em Taguatinga, com um sargento do Exército que atua na segurança do ex-presidente.
  • O sargento alegou que a pistola era de Bolsonaro e estava sendo levada para conserto devido a uma falha mecânica.
  • O caso foi encaminhado ao STF e anexado ao processo de execução penal de Bolsonaro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O ministro Alexandre de Moraes deu prazo para explicações sobre a arma apreendida Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

A PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias da posse e do transporte de uma pistola 9mm apontada como de propriedade do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O boletim de ocorrência e a abertura das investigações foram formalmente encaminhados ao STF (Supremo Tribunal Federal). Após a apreensão da arma, o ministro Alexandre de Moraes deu o prazo de 24 horas para a defesa do ex-presidente apresentar explicações.


O caso teve início na noite de segunda-feira (15), quando a PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) realizou uma blitz de rotina na região de Taguatinga.

Leia Mais

Durante a abordagem a um veículo, os policiais constataram que o condutor, um sargento do Exército que atua na segurança do ex-presidente pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional), portava regularmente sua arma funcional. No entanto, uma segunda pistola foi localizada no interior do automóvel.


Questionado sobre a falta de documentação do segundo armamento, o militar afirmou aos agentes que a pistola pertencia a Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. Ele justificou a situação dizendo que o equipamento apresentava uma falha mecânica e havia sido retirado da residência do ex-presidente para ser levado ao conserto.

Diante do flagrante de transporte de arma sem o devido registro em nome do condutor, o sargento foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) para prestar esclarecimentos. Após o depoimento, o militar foi liberado, mas a arma permaneceu apreendida.


Por envolver o ex-presidente, a ocorrência foi anexada aos autos do processo de execução penal de Bolsonaro no STF.

A PMDF informou à Corte que os veículos utilizados por agentes do GSI não passam por vistoria quando estão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.